Tendências

Tema para o inverno 2016 – Boho 4 Ever

Os anos 60 e 70 vieram para ficar mesmo! Bordados, estampas, cores e formas destas décadas estarão presentes no nosso inverno mais uma vez.

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Influenciados pela Exposição da estilista e pintora Sonia Delaunay, desenhos Art Noveaus, tapeçarias marroquinas, bordados da Rússia e Ucrânia, as padronagens da ilha de Fair, geometria Bauhaus as estampas vem com tudo.

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Não faltarão fontes para inspirar o desenvolvimento das coleções.

Esta tendência estará na moda do feminino, masculino e infantil assim como na decoração.

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Pontos importantes:

Franjas, rendas de algodão, couro, camurça e chamois, mangas amplas, bordados em linha e crochê, detalhes em pelúcia, patchwork em tricô e tecidos, palas fair isle, barrados, gráficos navajo, assimétricos, camuflados, muita estamparia.

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As saias vão da mini – mini a saia longa passando com destaque pela saia mídi assim como os vestidos que vão dos longos fluidos as mini vestes fluidas ou mais estruturadas.

Teremos shorts, mas o destaque da estação fica para as saias.

As calças lisas ou estampadas com destaque para a flair.

Os coletes curtos ou longos, os quimonos e as pashiminas vão manter-se como fortes aliados ao look e a franja sempre presente.

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Os macacões longos e os rompers assim como as salopettes estarão ainda mais fortes.

Os tricôs manterão a força nos jacquards e nas palas fair isle.

Beijos e até a próxima! Continuaremos com o inverno 2016! Acompanhem!!!

Senac Moda Informação 2015

Ontem o dia foi repleto de gente linda e muita informação de moda para o inverno 2016.
SENAC Moda Informação repleto de inspirações para a nova coleção de inverno com palestras incríveis – e eu estava lá registrando tudo para vocês.

Durante os próximos dias colocarei matérias detalhando os temas e tudo que rolou nas palestras.
Não percam!!!

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Os temas são:

Boho 4ever

Vitoriano Gótico

Je suis Moderna

Hoje uma prévia com algumas imagens para começar!

Beijos e que venha 2016!!!

24 maio 2015

Kilins – inspirando estampas para o inverno 2016!
O que é Kilim?
A origem do Kilim está profundamente no passado da raça humana, e nós provavelmente nunca saberemos a verdadeira história do seu gênesis. Kilim é uma palavra de origem turca e seu significado é dupla face, ao contrário dos tapetes, os kilins não possuem pêlos, porque sua confecção ao invés dos nós, são dadas laçadas por entre os fios da urdidura como se fosse um bordado.
Hoje em dia o kilim é tecido por povos nômades em vários países do oriente, onde os principais são a Turquia, Irã, Rússia, China, Paquistão, Marrocos e Índia.
Cada kilim tem sua história, seu estilo e sua cultura. Podemos destacar a diferença entre os kilins turcos com os indianos, isto porque os kilins turcos não possuem desenhos de animais e figuras humanas, pois eles seguem as leis do Alcorão, que não permite tal prática, porém nos kilins indianos já encontramos figuras humanas e desenhos de animais estilizados, além de figuras geométricas.
Nem todos os kilins tem a função apenas de decorar um ambiente, alguns são tecidos com desenhos de altar para rezar, outros são usados para transportar mercadorias e outros simplesmente são bordados para serem utilizados como selas de cavalo.
Novos tempos trouxeram novas técnicas, tramas e formatos de kilins, e com esta expansão de variedades e estilos podemos dividi-los nas seguintes categorias: listrados, Ikats, contemporâneos e, claro, os antigos.
Listras:
Perderam a perfeição das linhas óbvias para dar lugar ao jogo de nuances que brincam com as tonalidades sem começo e fim. Expressam a felicidade pelas cores e a arte dos vidros venezianos, além de revelar a inspiração italiana, respeitado referencial em design.
Ikats:
O Ikat é conhecido como uma técnica de tecelagem inspirada numa tradição popular. Atualmente, essa técnica transformou-se em uma estampa típica, com desenhos exclusivos por conta das diversas influências culturais, e é muito tradicional na Guatemala, Camboja, Índia, Espanha e Indonésia
Contemporâneos:
O geometrismo ganha uma perspectiva inovadora, com cores mais acentuadas. Esferas e retângulos em linhas mais sofisticadas compõem um color blocking harmonioso. A simbologia e a natureza, típicas da Península Helênica, também inspiram movimentos nos efeitos das peças.
Antigos:
São peças que podem ser definidas como a trama do tapete. Se enchermos o kilim de lã torna-se um tapete. As tribos utilizam os kilins diariamente para as mais variadas atividades. Os nomes dos kilins são dados em relação e região que são tecidos. Cada qual destas regiões tem desenhos e cores típicas.

De um modo geral os Kilins são objetos decorativos muito usados devido à harmonia de suas cores.
Confira nos slides e observe estas estampas ou estampas inspiradas nelas em roupas, calçados e acessórios do inverno 2016.
Divirta-se!
Algumas informações foram retiradas do site:by kamy

Étnico – inspiram estampas para o inverno 2016!

Para o inverno 2016, os temas étnicos são uma das apostas certeiras!

Este tema colorido e vibrante busca inspiração de várias culturas criando estampas maravilhosas, é uma explosão de cores principalmente das culturas Indiana, Africana e dos povos do Himalaia!

Confira nos slides abaixo e inspire-se!!! Crie a sua estampa!

Friozinho chegando e os handmade estão com tudo! Hoje vamos falar um pouquinho sobre os tricôs e crochês para você ficar inspirada e correr crochetar ou tricotar o seu!

Acesse as fotos abaixo e inspire-se!

Os tricôs e os crochês vão e vem na moda, em algumas épocas já foram considerados até cafonas e em outras o top da moda. A moda é assim! Para esta temporada os tricôs e crochês estão em alta! Aproveitem!

Hoje vemos uma crescente, lenta porém crescente onda do slow fashion.

Um sistema contrário a esta loucura do fast fashion, onde tudo é descartável, rápido e modismo. O slow fashion valoriza o feito à mão (handmade) e a moda mais sustentável em todas as etapas do processo através de um produto com maior durabilidade, com histórias e memórias.

O slow fashion está relacionado com um estilo de vida e ao consumo de produtos locais e artesanais. É a contramão da produção massiva e de baixa qualidade de roupas. O slow fashion defende a criação de peças atemporais, feitas à mão, com tecidos naturais como o algodão, seda, linho. As produções são reduzidas em locais que funcionam como ateliês e não como indústrias.

Eu particularmente sou adepta antes mesmo de ter sido assim denominado!

O que você acha do slow fashion?

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Dica para os meninos – Inverno 2016

Para as regiões mais frias do planeta, os casacos longos e peludos farão o quentinho do inverno. Aqui para a nossa área, os tricôs farão a vez.

Os tricôs vêm forte no feminino e também no masculino, com cores quentes, em cashmere felpudo, degrade e desenhos geométricos.

Para os mais discretos os tons de cinza são uma ótima opção.

Confira nas imagens e inspire-se!!!

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Olá pessoal

Segue uma pequena prévia das cores e estampas do Inverno 2016! Confira!

Marrons, laranjas, verde-oliva, vermelho, tons das folhas secas do outono.

O animal print tentou ficar em segundo plano no inverno 2015, mas volta com tudo repaginado, colorido e estilizado em 2016 para a felicidade das brasileiras que adoram a estampa. Destaque para as oncinhas, zebras e girafas!

As estampas tradicionais da alfaiataria ganham novas proporções e situações de uso.

Os conjuntinhos aparecem em quase todas as coleções, estampados ou lisos e os terninhos trazem uma nova versão, bem mais moderninhos, mas sem perder o dress code empresarial!

O preto tem presença garantida, o vestido da vez fica no midi ou longo – confira nas fotos o shape da vez!

O neutro ficou mais amarelado, perdeu o tom rosado do nude.

 

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29 abr 2015

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Tradução livre: além do gênero

Os últimos desfiles revisitaram o tema e o debate gera polêmica no mundo fashion. Com certeza está influenciando e será forte tendência para o inverno 2016. Fique atento!

Em muitos desfiles você não sabia quem era o menino e quem era a menina, propostas de roupas iguais para ambos os gêneros influenciam até a postura do ponto de venda.

Pois é, algumas lojas de grande porte já estão revendo a sua segmentação e as exposições das peças na área de vendas já não seguem mais o feminino/masculino, são peças de roupas, de moda que traduzem comportamento e atitude e podem ser usadas por quem às quiser independente do gênero. Claro que ainda leva um tempo para este conceito chegar à massa. Mas vai chegar, acreditem!

As peças em alfaiataria e as cores neutras ganham espaço com este movimento.

“Saias para homens, ternos para mulheres e as linhas que definiam o masculino/feminino vão se apagando. Mas a discussão atual é bem maior e vai além”, observa a analista cultural Carolina Althaller. Ela explica que essa, digamos, nova fase da discussão sobre a neutralização dos gêneros na moda eclodiu há cerca de cinco anos, quando o modelo Andrej Pejic (hoje Andreja) começou a desfilar para coleções femininas de ready-to-wear e Alta-Costura de Jean Paul Gaultier, uma das primeiras marcas a apostar na sua imagem. Andrej podia ser tanto um menino quanto uma menina. Depois disso, Andreja chegou a subir em passarelas nacionais para a Ausländer e abriu as portas para outros modelos transgêneros como a brasileira Lea T – que, vale ressaltar, também contou com o valioso empurrãozinho de seu amigo Riccardo Tisci, diretor criativo da Givenchy, para deslanchar sua carreira.

Mas, se a moda sempre ultrapassou as fronteiras entre feminino/masculino (especialmente com a ajuda do mundo das artes, da música e das celebridades), por que o movimento tem ganhado força agora? Para o consultor criativo e de tendências Jackson Araujo, isso passa pelo fenômeno chamado de transculturalismo, que salienta a fluidez entre as fronteiras culturais e no qual não cabem mais definições pré-estabelecidas sobre papéis masculinos e/ou femininos. “A cultura de consumo contemporânea, por exemplo, tem colocado em choque as relações tradicionais de gênero e classe social”, explica ele. “Com isso, o mapa de mobilidade social está sendo redesenhado em escala global, garantindo novos valores para os espaços públicos, imagem corporal e classe social, desafiando categorias identitárias anteriormente existentes. Basta pensar na nova classe média, no acesso ao consumo de grifes. Ou nas festas de rua, que ocupam o espaço público, colocando os cidadãos como protagonistas das novas cidades. Ou ainda, nos avanços sobre a constituição de novos modelos de família.” A tudo isso se soma ainda o poder engajador das redes sociais, que empodera, une e dá força a essa dinâmica global.

É aguardar e conferir!!!

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Fontes visitadas: ffw.com.br e Agencia Fotosite

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Muita paixão pelo jeans há muito tempo.

O jeans é uma peça atemporal, democrática e apaixonante. É uma peça que consegue se reinventar a cada coleção vestindo vários estilos e biótipos.

Desde 1873 quando Jacob Davis uniu-se a Levi Strauss para confeccionar roupas reforçadas para o trabalho, não houve uma época que ele tenha ficado esquecido.

Em 1886 o logo desenvolvido por eles Two Horses foi colocado pela primeira vez no patch de couro do jeans “XX” e é utilizado até hoje. A calça modelo “XX” recebe um icônico número de lote 501. A amada 501 da Levis que conhecemos muito bem hoje.

Será que algum dia conseguirão criar uma peça tão permanente como o jeans? Em 1934 surgem os “Lady Levis”, a primeira calça produzida para as mulheres em denim. A peça carrega a maioria das características da calça masculina porém com uma cintura elegantemente alta e ajustada.

Outra curiosidade – na década de 50 o denim foi usado pelo cinema e pela TV como retrato da rebeldia juvenil. Por este motivo muitas escolas da época proibiram seus alunos de usarem o denim pois poderiam tornar-se “Delinquentes Juvenis”. Mas já nos anos de 1954, o lançamento de uma linha para a família vai diminuindo a má fama da peça, e antes o que era apenas roupa para trabalho, roupa de delinquentes aos poucos vai ganhando espaço nas casas de boas família como um traje casual.

Em tantos anos de história há muito a se falar do jeans mas para encerrar o nosso papo de hoje, trouxe várias imagens em total jeans para servirem de inspiração e a novidade para 2015 foi a nova modelagem do clássico 501 – a calça 501 CT – fit mais ajustada.  Para esta estação o jeans está com tudo e para as novas coleções vem com muitas novidades e nós a cada dia mais apaixonadas por esta peça histórica!

Inspire-se com as imagens! Beijos e até a próxima!

Coletes para o inverno e para o verão!

Apareceram em vários desfiles do verão 2015/2016! Foram antecipados por algumas grifes para o inverno 2015 e veremos com certeza os coletes no inverno 2016, ou seja, será um bom investimento. Vindo com elementos fortes da alfaiataria foram trabalhados em modelagens retas e linhas simples, elegantes e sofisticados preferencialmente em cores neutras.

Apareceram mais alongados tanto no masculino como no feminino, alguns na altura dos joelhos! Sobre calças e saias, vestidos e shorts foram peças marcantes nos principais desfiles.

Temos os tradicionais coletes jeans, os em couro, os em sintéticos, os de pelo sintético, os com cara de alfaiataria, os mais alongados, os na cintura, os de matelassê, os coletes casacos, faça a sua escolha, os mais leves podem ser usados no inverno e no verão, já os mais quentinhos como o pêlo e o matelassê, ficam mais restritos aos dias frios.

São peças que parecem um pouco sem função mas tem o poder de levantar um look. Podem e devem ser usados no dia a dia e para a noite, tudo depende dos materiais e complementos.

Você já tem o seu? Confira!

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25 abr 2015

Jeans! No inverno e verão!!!

As grandes marcas apostam forte no jeans para o verão 2016. Antenadas com inovação e qualidade apostam nas tendências e no comportamento do consumidor trazendo caras novas para o nosso velho amigo Índigo!

Hoje o jeans permite flexibilidade de movimento e de ocasiões de uso. Peça chave para qualquer guarda-roupa transita pelos mais diferentes lifestyles.

O grau de desgaste químico dos processos de lavanderia criam visuais autênticos e modernos seja para o inverno ou verão!

Novidade no mercado, o artigo Emana® Slim da @Vicunha traz a tecnologia dos cristais bioativos agora para o brim, proporcionando maior versatilidade para as criações. Presentes no interior dos fios, estes cristais absorvem o calor do corpo devolvendo-o sob a forma de infravermelho longo, estimulando a microcirculação sanguínea e o metabolismo celular.

A @Pernambucanas lançou a campanha exclusiva #vestebem ainda no inverno 2015 para alavancar as vendas de jeans, a campanha tem prazo para acabar dia 22 de abril, mas com a força do jeans acredito que permanecerá até a próxima temporada, talvez novos nomes para as próximas campanhas!

Não fique fora dessa, com o seu velho jeans repaginado por uma customização criativa ou com uma nova aquisição! Divirta-se!

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20 abr 2015

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Mais um dos temas para o verão 2016 – Yin Yang

O corre-corre dos dias atuais, a quantidade de informações principalmente via internet traz alguns contrastes para reflexão: Guerra x Paz, Conflitar x harmonizar, high x low, leve x pesado, speed x slow, oriente x ocidente, rígido x flexível.

A busca pelo reequilíbrio, a não-violência e a qualidade de vida através de um espírito Zen.

Estas reflexões são trazidas ao mundo fashion através da praticidade do estilo utilitário, com grandes bolsos, conforto e design despojado. São looks urbanos e modernos antenados com o show da vida.

Parkas, coletes, calça cargo, calças pijamas, quimonos, tudo bem larguinho e gostoso, porém nada largadinho! Formas amplas e retas, linha H, bolsos aplicados, botões em metal, insígnias, patches, fechamento envelope, pantacourt, vestido chemisier, transpasses e amarrações.

Conforto chic, tênis, salto zero, ação e meditação.

Cores Principais:

Verde militar, areia, neutros naturais, branco, off-white, preto.

Acessórios: solado de madeira, cores metalizadas, furta-cor, bolsas clean estilos anos 1990, colares soltos, braceletes com elástico, duo preto e branco como principal referência e peças confortáveis.

Tecidos:

Poliéster, Crepe, Crepe pesado, Cetim, Alfaiataria, Piquê, Gorgurão, Tweed, Brocado, Jacquard, Voal, Popeline, Viscose, Maquinetado, Algodão, Tricoline, Paper Touch, Bordado Inglês, Laisse, Sarja leve com elastano, Guipire, Viscolycra, Malha tricô, Moletinho, Ponto Roma, Neoprene,

Misturas interessantes:

Crepe satin + tela

Viscose Twill + Chifon

Neoprene + Crepe poliéster

Estampas e padronagens:

Cashmere, Mini geométrico, Indiano, gravataria, Geométrico, Listras, Xadrez, Bicolor, Figurativo, as novas versões dos camuflados, pele de bicho, Florais orientais.

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18 abr 2015

Glória Coelho

Glória Coelho fez um mix de referencias para o verão 2016! Anos 60, 70, 80 e 2003! No universo do Jet set, Yatch, artes Gráficas e surf a alfaiataria impecável e muito feminina.

A cura por meio das roupas. A ideia de Gloria Coelho é vender, junto com sua moda, energias positivas. Por isso, decidiu imprimir palavras inspiradoras como “amor”, “luz” e “proteção” nos forros de suas peças e em camisetas usadas com sobreposições. A tipografia vem de obras de arte gráficas e dialoga com o grafismo de seu verão 2016, que mescla referências esportivas a alfaiataria e romance.

O vinil aparece constante na coleção, assim como o couro e os tricôs.

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 Fause Haten

“Hoje a grande celebridade é a cliente. Houve um tempo em que a estrela era o estilista. Agora é a blogueira, que no final representa a cliente. Por isso quis fazer uma apresentação mais real, não com uma modelo jovem, mas com alguém que veste minhas roupas há anos”, conta Fause Haten, sobre a performance no seu ateliê-loja em Pinheiros (SP), que mostrou seu verão 2016 no corpo de Flávia Shayoun, cliente antiga do estilista.

O raciocínio do designer acompanha o fenômeno das blogueiras de moda e beleza, pessoas comuns que, com seu carisma, conquistaram uma grande audiência e viraram protagonistas no mundo da moda. É o estilo e a beleza dessas mulheres reais, com quem ele convive no dia a dia nas provas de roupa no seu ateliê, portanto, que ele quis prestigiar. Não à toa, a trilha sonora que antecedia a apresentação – Fause recepcionava os convidados fazendo o acabamento de um vestido numa máquina de costura – era uma gravação de conversas entre cliente e estilista durante uma prova de roupa.

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Apartamento 03

Luiz Claudio, estilista da marca trouxe roupas com acabamento impecável.

A pesquisa sobre a liturgia de várias religiões – tema que, segundo o estilista, sempre o interessou – foi referência usada nesta coleção. Em busca da espiritualidade, Luiz Claudio chegou ao preto e branco para inspirar paz, reflexão, renovação e introspecção. A seda, principal tecido das roupas, aparece em babados sobrepostos geométricos, em sobreposições de túnicas levíssimas com casacos que fazem alusão ao paletó de smoking, nas camisas frescas. As amarrações, com efeito entre laço e nó, na cintura das calças ou no meio dos vestidos, surgiu a partir de muitas das roupas religiosas, que têm essa característica. “Essa região do ventre é muito delicada, é uma parte do corpo que pede proteção. Minha ideia é que essas amarrações abraçassem a pessoa”, conta o designer.

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Amapô

Carô Gold e Pitty Taliano são as rainhas do hi-energy: sempre mostram coleções divertidas, vibrantes, originais, irônicas e bem-humoradas. Só o grupo de referências já dava a pista: como misturar Barbarella, Miami, ginástica aeróbica e David Bowie.

O foco é o jeanswear, com ótimos momentos em neon. Como sempre, cor é um elemento importante nas coleções da Amapô e aqui a marca trabalha muito com o neon, que aparece em peças como jaquetas, ou em vários tons misturados na estampa 80’s de raios. Há sempre os “looks statement”, como as jaquetas recortadíssimas e com correntes.

É caótico, fun, totalmente – deliciosamente – Amapô, sempre com novas ideias de roupas para o dia-a-dia. É sobre conforto, acesso, diversão com amigos, juventude e bafo.

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Wagner Kallieno

Wagner Kallieno pegou da cartela de cores dos quadros de Joan Miró os tons de sua coleção para o verão 2016, inspirada no artista surrealista espanhol. As combinações de laranja, salmão e verde menta ou laranja e lilás, tudo queimado, foram acompanhadas de recortes geométricos e assimetrias nas saias e vestidos que também remetiam ao trabalho de Miró, lembrando o recurso de diferenças de altura em seus móbiles ou as figuras de suas pinturas.

Intercalada à parte colorida, o estilista apresentou uma  série de vestidos tipo chemise brancos, que seguiam o mesmo raciocínio de assimetrias do resto dos looks. Novidade para a marca, os jeans aparecem em looks totais com franjas na barra, como o vestido usado por Daiane Conterato, e na calça flare de cintura alta, numa referência aos anos 70, década que pontua o verão da grife.

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18 abr 2015

 Hêlo Rocha para Têca

Uma coleção de impacto!

A Inspiração veio do universo dos orixás e do candomblé. Helô e o stylist Dani Ueda criam imagens fortes, poderosas e sensuais. Aquela mulher que encanta e dá medo ao mesmo tempo! Rendas maravilhosas!

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Patrícia Viera

Trabalhos em couro maravilhosos! Você precisa tocar para identificar, impressionante.

Kláucia Badaró assinou todas as estampas artesanais inspiradas na Costa Rica!

Os trabalhos artesanais como sempre foram valorizados!

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Lenny Niemeyer

Modelagem impecável, além da moda praia as roupas tiveram destaque na coleção.

Seu segredo está justamente em transpor tão bem o lifestyle da praia em suas roupas, que nós temos vontade de usa-las também quando estamos longe do mar e Lenny torna isso totalmente possível. A sensação “easy breezy” e o conforto somam-se a modelagem, a inovação e a design.

Nesta estação, ela olha para os clássicos bailes de carnaval, com sua inocência e seu glamour. O desfile é dividido em cinco momentos: Marinheiro, com listras branco e marinho e referências às redes; Malandro, em que aparece a alfaiataria; Pierrô, com as peças mais usáveis – e desejáveis – da coleção (lindas batas de algodão texturizado); Carmen, em versão preto e branco com alguns detalhes de flores e um bom trabalho com babados plissados; e por fim, chega a quarta-feira de Cinzas, com texturas que remetem ao Carnaval, como serpentina, que vemos nos looks de “penas” cortadas a laser e na organza com tiras de paetê floral. Contemporâneo e de gosto refinadíssimo, assim como a estilista.

 

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17 abr 2015

Samuel Cirnansck

Lustres gigantes reproduziam um cenário clássico do cinema mundial: o salão de baile do hotel do filme “O Iluminado” (1980), de Stanley Kubrick. A referência vem da festa fantasma que o personagem de Jack Nicholson vê numa das cenas, e que teria acontecido nos anos 20, época na qual o estilista se inspira para criar sua coleção do verão 2016 e comemorativa de seus 15 anos de carreira.

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 GIG Couture

Quando o tricô ganha design de moda, a técnica é elevada a um patamar fashion irresistível. Vira um misto de experiência tátil de textura com o shape que tem conforto e ao mesmo tempo caimento com desenho contemporâneo e sacadas de estilo. A estilista Gina Guerra foi buscar nas pinturas e na arquitetura art noveau de Mackintosh, respectivamente, a cartela de cores e as estampas, que incluem efeito tridimensional graças aos volumes criados no próprio jacquard feito no tricô.

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Iódice:

A Bahia foi inspiração para Iódice, o que é que a baiana tem?

Tem pantalonas, cintura alta, turbantes e rendas!

A utilização do metalizado na coleção foi um ponto alto!

Com peças fluidas, estampas leves e femininas, trouxe uma baiana sensual sem exageros, moderna e sofisticada.

Peça marcante na coleção foram as calças saias, com mix de textura entre o linho e a renda.

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16 abr 2015

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O tema explora a transformação da moda em diferentes períodos. Tem início em meados dos anos 1960 nas ruas de Londres, passa pelo mundo em ebulição social e geopolítica do início dos anos 1970 e termina no final da mesma década, com muita festa, brilho e drogas nos clubes noturnos de Nova York.

Três pontos fundamentais, sob a ótica do ano 2015, são determinantes para a construção dos looks que este tema inspira: geometrismo, etnofolk global e disco glam.

Tecidos: malhas encorpadas, texturizadas; malhas fluidas, com brilho laqueado, lurex, paetês; malha tricô; tecidos sintéticos; transparências; tecidos naturais, linho, índigo, voal; couro, suede; perfurados; tricô; jacquards; veludo; chiffons, georgettes, creponados; sarjas e jeans.

Cores: terrosas, laranja, amarelo, fúcsia, azul, vermelho, verde.

Estampas: listrados multicoloridos; geométricos; florais etnofolk; tie-dye; sombreados; patchwork, foulard, pele de cobra e onça; fundo de mar; camuflagens de batalhas e jardins.

Formas e detalhes: linha A em saias e vestidos curtos; fluidez em vestidos longos, decote V profundo; laçagem cruzada; babados; pontas; fendas; franjas; total look; macacão; camisa; calça flare; batas e túnicas; saião e sainha; saharienne; camisão militar.

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16 abr 2015

Desfile Ronaldo Fraga:

Trouxe para a passarela sereias de idades variadas e seis a mostra. O mar esteve mais uma vez presente e trouxe agora elementos como flores, bordados, tramas rígidas e rendas lindíssimas, em silhuetas mais soltas. Ao final do desfile foi aplaudido de pé.

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Desfile Isabela Capeto:

Concordando com Carolina Vasone: “Os fashionistas amantes do handmade levado às últimas consequências podem dormir em paz novamente: Isabela Capeto está de volta, e não decepciona com suas preciosidades artesanais.”

Uma oferenda para Iemanjá é o ritual de renovação que simboliza seu retorno às semanas de moda, depois de cinco anos desde seu último desfile, no Fashion Rio. O verão 2016, portanto, é o próprio presente à rainha do mar, confeccionado com muito esmero.

Destaque para os lindos acessórios da designer Brenda Vidal, de prata e prata banhada com ouro amarelo, que transformavam conchas, estrelas do mar e pérolas em braceletes, colares e brincos.

Sinceramente não gostei da proposta dos cabelos para o desfile.

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Desfile Reinaldo Lourenço:

A inspiração da coleção veio da escritora francesa George Sand, pseudônimo de Amandine Aurore Lucile Dupin, uma das primeiras mulheres a usar roupa de homem. E foi assim, nesse jogo masculino x feminino,segundo Reinaldo, “os opostos de atraem”. O ponto máximo da dualidade mulher x homem foram os smokings e fraques femininos. Formas de construção e desconstrução destas peças.

As principais diretrizes do estilista misturaram bermudas pretas com leves blusas com mini babados contrastantes. Fraques desconstruídos viraram coletes sob tops transparentes ou de renda, e saias que imitam as faixas típicas da vestimenta masculina combinaram com ankle boots, que pareciam meias e scarpins. Na parte mais festiva da coleção, macacões cropped e vestidos na altura do joelho com tiras brilhantes e decotes profundos chamam a atenção.

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Desfile Lolitta:

Superfeminina, cinquentinha, o vestido de laise verde no fundo preto com recortes de vivos encerra a adorável série verde da coleção, que inclui conjunto de saia e blusa com mix de estampas florais e outro vestido com shape bem 50’s. A partir do tricô, a grife consegue efeitos de tressê, renda, tricô de couro, garantindo um mix de texturas que enriquece a roupa.

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Desfile Salinas:

 Alegre, colorido inspirado no Marrocos. Adorei!!!

Peças como batinhas e acessórios como maxibrincos, chinelos no melhor estilo Rider e sandálias gladiadoras complementam a proposta da marca para o Verão 2016.

Com as modelagens revistas teremos além doa clássicos lacinhos, modelos mais largos, com cintos e tops mais fechados.

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15 abr 2015

Desfile Osklen

Branco, preto, vermelho!

Inspirada na cultura indígena, a Osklen se baseou nos trajes do povo Ashaninka, habitantes da Floresta Amazônica, e interpretou-os ao jeito cosmopolita e contemporâneo de ser.

Modelagem reta, solta e baseada na simplicidade! Elegância pura!

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 Desfile Ellus

Inspiração no Marrocos, peças artesanais com edições limitadas, o maravilhoso jeans de cintura alta e jaquetas multibolsos.

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Desfile Sacada

O artsy e o futurismo retrô são os protagonistas do Verão 2016 da Sacada. Em um clima “balneário vintage”, a marca traz para a passarela shapes elaborados e elementos gráficos que remetem ao criativo 60’s.

Branco, preto e branco, laranja, vermelho e azul Klein!

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Muita paixão pelo jeans há muito tempo.

O jeans é uma peça atemporal, democrática e apaixonante. É uma peça que consegue se reinventar a cada coleção vestindo vários estilos e biótipos.

Desde 1873 quando Jacob Davis uniu-se a Levi Strauss para confeccionar roupas reforçadas para o trabalho, não houve uma época que ele tenha ficado esquecido.

Em 1886 o logo desenvolvido por eles Two Horses foi colocado pela primeira vez no patch de couro do jeans “XX” e é utilizado até hoje. A calça modelo “XX” recebe um icônico número de lote 501. A amada 501 da Levis que conhecemos muito bem hoje.

Será que algum dia conseguirão criar uma peça tão permanente como o jeans? Em 1934 surgem os “Lady Levis”, a primeira calça produzida para as mulheres em denim. A peça carrega a maioria das características da calça masculina porém com uma cintura elegantemente alta e ajustada.

Outra curiosidade – na década de 50 o denim foi usado pelo cinema e pela TV como retrato da rebeldia juvenil. Por este motivo muitas escolas da época proibiram seus alunos de usarem o denim pois poderiam tornar-se “Delinquentes Juvenis”. Mas já nos anos de 1954, o lançamento de uma linha para a família vai diminuindo a má fama da peça, e antes o que era apenas roupa para trabalho, roupa de delinquentes aos poucos vai ganhando espaço nas casas de boas família como um traje casual.

Em tantos anos de história há muito a se falar do jeans mas para encerrar o nosso papo de hoje, trouxe várias imagens em total jeans para servirem de inspiração e a novidade para 2015 foi a nova modelagem do clássico 501 – a calça 501 CT – fit mais ajustada.  Para esta estação o jeans está com tudo e para as novas coleções vem com muitas novidades e nós a cada dia mais apaixonadas por esta peça histórica!

Inspire-se com as imagens! Beijos e até a próxima!

25 maio 2015

Tendência que vem aparecendo forte é a militar!
Menos austera e mais feminina, o verde oliva ou militar vem em muitas coleções como um novo neutro. Mesclando as peças com referências militares e outras bases de tendências os looks terão ares militares, porém femininos.
Muitas marcas usaram os detalhes como bolsos, zíperes, abotoamento duplo, tachas, releituras de camuflados em outros tons além do verde militar como cinzas e marrons.
Confira galeria:

21 maio 2015

O friozinho chegou!!! Vamos relembrar – Xadrez!

O xadrez mais uma vez está presente no inverno 2015!

É uma estampa extremamente democrática e pode dar ao look a cara de descontração como também pode dar um ar mais sofisticado, tudo depende da escolha da padronagem e das cores!

Hoje temos além da tradicional camisa xadrez, vestidos, saias, calças, bermudas, conjuntos em um único xadrez ou em composição de xadrezes e estampas, nos acessórios – bolsas, calçados, tênis, lenços e echarpes, entre tantos outros.

Ou seja, para quem gosta do xadrez é só usar a criatividade!

Confira abaixo algumas opções de uso e divirta-se!

 

Coletes para o inverno e para o verão!

Apareceram em vários desfiles do verão 2015/2016! Foram antecipados por algumas grifes para o inverno 2015 e veremos com certeza os coletes no inverno 2016, ou seja, será um bom investimento. Vindo com elementos fortes da alfaiataria foram trabalhados em modelagens retas e linhas simples, elegantes e sofisticados preferencialmente em cores neutras.

Apareceram mais alongados tanto no masculino como no feminino, alguns na altura dos joelhos! Sobre calças e saias, vestidos e shorts foram peças marcantes nos principais desfiles.

Temos os tradicionais coletes jeans, os em couro, os em sintéticos, os de pelo sintético, os com cara de alfaiataria, os mais alongados, os na cintura, os de matelassê, os coletes casacos, faça a sua escolha, os mais leves podem ser usados no inverno e no verão, já os mais quentinhos como o pêlo e o matelassê, ficam mais restritos aos dias frios.

São peças que parecem um pouco sem função mas tem o poder de levantar um look. Podem e devem ser usados no dia a dia e para a noite, tudo depende dos materiais e complementos.

Você já tem o seu? Confira!

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Friozinho chegando e os handmade estão com tudo! Hoje vamos falar um pouquinho sobre os tricôs e crochês para você ficar inspirada e correr crochetar ou tricotar o seu!

Acesse as fotos abaixo e inspire-se!

Os tricôs e os crochês vão e vem na moda, em algumas épocas já foram considerados até cafonas e em outras o top da moda. A moda é assim! Para esta temporada os tricôs e crochês estão em alta! Aproveitem!

Hoje vemos uma crescente, lenta porém crescente onda do slow fashion.

Um sistema contrário a esta loucura do fast fashion, onde tudo é descartável, rápido e modismo. O slow fashion valoriza o feito à mão (handmade) e a moda mais sustentável em todas as etapas do processo através de um produto com maior durabilidade, com histórias e memórias.

O slow fashion está relacionado com um estilo de vida e ao consumo de produtos locais e artesanais. É a contramão da produção massiva e de baixa qualidade de roupas. O slow fashion defende a criação de peças atemporais, feitas à mão, com tecidos naturais como o algodão, seda, linho. As produções são reduzidas em locais que funcionam como ateliês e não como indústrias.

Eu particularmente sou adepta antes mesmo de ter sido assim denominado!

O que você acha do slow fashion?

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23 mar 2015

Desfile Chloé inverno 2015/2016!

Desfile Chloé, amei!!! Patchwork maravilhoso!

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21 mar 2015

A cor branca marca a sua presença tanto no inverno 2015 como para o próximo verão.
Vocês viram a quantidade de vestidos brancos na noite do Oscar? Lindíssimos!!!!
O branco manteve-se nas peças usadas informalmente durante o dia e entrou com tudo nas peças para a noite.
Juntamente com o Off White e uma gama infinita de naturais são as grandes sacadas em peças chaves para combinações neste inverno e verão 2016. Ele aparece dominando o look e em combinações, servindo de base para o uso de cores e estampas.
Confira abaixo as peças em desfiles e já nas ruas de Londres, Paris e Milão.
Prontas para clarear o inverno? As peças para o verão veremos mais à frente!
Beijos e excelente inverno!
Fotos: The Sartorialist

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zonadeconfortoO Zona de Conforto traz influência do mundo ameaçado constantemente por diversos conflitos e por procura de segurança, tranquilidade e simplicidade. As formas volumosas, arredondadas e aconchegantes abraçam o corpo e proporcionam calor e aconchego. O jogo de proporções entre volumes e comprimentos leva a sobreposições elegantes, com ênfase em calças confortáveis, associadas a agasalhos oversized em tricô.

Palavras-chave: luxo simples, prático, utilitário, minimalismo e desconstrutivismo e as cores: leite, cogumelo, violeta, nude, base, cortiça, rosê, verde militar e marinho.

Tecidos: Sofisticados e confortáveis para peças atemporais.Toques macios e caimento natural. Tricôs, pelicas, lãs, sedas, veludos, peles, alfaiatarias e tecidos e malhas duplos.

Cores: sóbrias e discretas, beges,acinzentadas, cosméticas e masculinas

Padronagens: Texturas, padrões de alfaiataria, xadrezes discretos, grafismos, florais chapados e estilizados, ombrês, patchworks de materiais.

streetO efervescente e veloz mundo das redes sociais provoca misturas de influências relativas às múltiplas expressões culturais do mundo urbano atual, criando moda e modismos que falam diretamente ao universo jovem. Anos 1990, hip hop, rappers, logos e marcas aparentes, esportes radicais, boy bands, bling ring, celebridades instantâneas, colagem digital, grunge cibernético, surf punk, faça você mesmo e outras manifestações da cultura jovem são as palavras deste tema. Entre as peças que se destacam com esta influência estão a calça jogger, suéter de moletom, jaquetas, calças justas, camisetas com mensagens de humor, política ou sexo.

Tecidos: Práticos e tecnológicos para peças casuais e performáticas.

Algodões em peso nas calças, lãs com texturas e acabamentos diferenciados, denim e sarjas, malharia circular, matelassês, nylon, rendas, paetês e acabamentos hi-tech

Cores: Neutras urbanas e utilitárias em contrastes com pastéis ingênuos ou cores vivas e divertidas. As cores, sempre fortes e vibrantes, como: laranja, verde, rosa, azul bic, pink, azul claro e preto.

Padronagens: listras, dizeres, tipologia, letras e números dos esportes norte-americanos, art prints, camuflagens, figurativos ingênuos, ilustrações, mini florais simples.

sessentinhaNo Sessentinha, as formas estruturadas dos meados dos anos 1960 chegam causando rompimento com as peças soltas presentes na moda nos últimos tempos. A alfaiataria e toques andrógenos nos looks são o destaque desse tema sempre associado à modernidade. A nostalgia é anulada pela tecnologia dos materiais e reinvenção de detalhes geométricos e esportivos, com influência também dos anos 1990. Vestidos curtos em linha A são as estrelas. Gola alta, bloco de cores, casacos ou detalhes em pele sintética colorida e materiais metalizados e furta-cor dão o toque de futurismo retrô.

Tecidos: Encorpados para formas estruturadas. Materiais sintéticos que evocam a modernidade da época como vinil, plásticos, cirés, brocados, jacquards, piquês, couros coloridos e metalizados, jerseys e peles.

Cores: Pastéis empoeirados, metálicas e psicodélicas. Entre as cores estão: blush, mel, azul, couro, vermelho, bordô, violeta, ultramar e tons adocicados.

Padronagens: Bolas, listras, blocos de cores, geométricos, pied-de-coq, estrelas, ondulações, grafismos, animal prints, psicodélicos.

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