Visual Merchandising

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Vou falar um pouco sobre o Visual Merchandiser e sobre o vitrinista. Qual a diferença e o que cada um pode fazer pela sua loja.

Em breves palavras o vitrinista cuida, idealiza e executa as vitrines da loja. Vitrines externas, o primeiro contato que o consumidor terá com a sua empresa através das janelas que o vitrinista idealizou. Exige muita responsabilidade, conhecimento do produto a ser exposto e do público-alvo a ser atingido, além claro de muita criatividade. Normalmente, somente com a profissão de vitrinista, ele não pode e não tem as competências necessárias para fazer o trabalho de Visual Merchandising. Já por sua vez, o visual merchandiser normalmente tem as competências e as habilidades para desenvolver também as vitrines externas. O trabalho do Visual Merchandiser é um pouco mais elaborado e complexo, exige maior tempo de pesquisa e dedicação a empresa cliente. Além de trabalhar a vitrine, ele orienta a fachada, a acessibilidade a loja e aos produtos, a distribuição dos mobiliários na área de vendas, orienta vitrines internas e pontos extras de exposição, orienta quanto a utilização dos mobiliários corretos, e trabalha diretamente ligado ao pessoal da loja e as estratégias de vendas definidas pela empresa. Ele observa a iluminação da vitrine e da área interna da loja, traduz nas peças expostas as estratégias traçadas pela empresa. Trabalha de maneira destacada a comunicação visual da empresa externa e internamente. Cria uma unidade visual juntamente com a empresa, que possa ser reconhecida pelo consumidor final criando um vínculo de fidelidade em cores e desejos. Até a música que estará tocando na loja tem o aval do Visual Merchandiser, ele cuida de todos os detalhes que estarão em contato com o consumidor final. É responsável por criar todo o clima propício para a melhor experiência de compra possível. Seu trabalho está diretamente relacionado as melhoras no faturamento da loja. Há cada dia mais interesse de pessoas a se profissionalizarem nesta área e há a cada dia uma demanda maior do varejo por este profissional. Fiquem atentos nos cursos disponíveis no mercado e faça a diferença! Não basta ter bom gosto, precisamos estudar muito! Estudar perfil de público-alvo, comportamento de compra, características da marca, estratégias de vendas e marketing para conseguir desenvolver um trabalho de excelência, além é claro de vivencia de mercado, aliada a criatividade, conhecimento em artesanato, execução e planejamento. Portanto, se você quer trabalhar nesta área, arregace as mangas e comece estudando. Não há mais mercado para amadores!

Espero ter esclarecido algumas dúvidas, até breve! Beijos!

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Acessibilidade: um direito e uma excelente oportunidade de negócio, você já pensou nisso?

A sua loja está preparada?

Fique atento a estes números que li em uma matéria genial publicada na Revista C&S (Comércio e serviços) edição 34.
Um quarto da população brasileira tem algum tipo de limitação física, segundo o censo Demográfico de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São 45,6 milhões de pessoas que se declaram portadoras de alguma deficiência.
Infelizmente estes números crescem diariamente e existe um mercado bilionário de produtos e serviços voltado para deficientes que cresce anualmente a média de 15% segundo a Associação Brasileira das Indústrias e Revendedoras de Produtos e Serviços para pessoas com deficiência (Abridef).
Em 2013 o setor movimentou cerca de R$ 4,5 bilhões.
Somente 5% dos portadores de deficiência estão inseridos no mercado de trabalho. As empresas precisam ter instalações adequadas para atender as limitações dos novos funcionários. A lei das Cotas (8213/91) contribuiu para o aumento das contratações mas precisamos de mais.
O que os empresários precisam perceber que estas 45,6 milhões de pessoas também são consumidoras. Hoje uma boa parte deste número são pessoas que trabalham, dirigem seus automóveis, vão aos shoppings, a lojas, restaurantes, viajam, enfim, estão inseridas ao mercado de consumo ou gostariam de ser.
Mas ainda o mercado de consumo tem muito a fazer para melhor atender estas pessoas. Alguns exemplos de excelência e especialização para atendimento deste nicho de mercado foram citados na entrevista, mas há um longo caminho a ser trilhado.
Hoje é inadmissível uma empresa não estar adequada a acessibilidade, usabilidade e ao Design Universal/ Desenho para todos, mas infelizmente é o que mais vemos em nosso país.
Vamos mudar isso? Que tal adaptar sua loja e conquistar mais uma boa fatia do mercado consumidor?
Escutei isso de uma cadeirante e achei muito justo: “Quando o ambiente não é deficiente eu não me sinto deficiente e tenho autonomia para tudo.”
Vamos lá, 10 itens para começar a adaptar a loja a esta realidade:
1) 4% das vagas do estacionamento devem estar sinalizadas, ao lado das vagas precisa ter guia rebaixada e sinalizada e rampa de acesso com no mínimo 1,20 de largura
2) 0,90cm no mínimo entre um mobiliário e outro para que tenha espaço suficiente para passar um cadeirante.
3) Banheiro com abertura da porta para fora
4) Vaso sanitário adaptado ao cadeirante assim como as barras de apoio, piso antiderrapante
5) No caso de ter mais de um piso, se houver elevadores que sejam com comunicação tátil e espaço para cadeirante
6) No caso de ter telefone público em sua calçada ou dentro da loja que a altura seja adequada ao cadeirante
7) Calçada com rampa rebaixada e sinalizada com piso tátil. A calçada deve estar em excelente estado de conservação, sem pedras soldas e sinalizada com o piso tátil.
8) Rampa com inclinação máxima de 8,33% e com corrimão de ambos os lados da rampa.
9) Que na entrada da loja preferencialmente não haja obstáculos como degraus para a entrada a loja, tenha a opção da rampa ou elevador para cadeira de roda que auxilia os deficientes físicos, as pessoas de mais idade, assim como mulheres com carrinho de bebê.
10) Treine os seus funcionários para atender pessoas portadoras de deficiência física e se possível tenha alguém na loja que saiba comunicar-se em libra.
Fonte da lista: Ricardo Mesquita – gazeta do Povo

Este é o início de um bom trabalho de inclusão. Pois sem acessibilidade não há inclusão. E todos nós perdemos com isso. Pense nisso!

Até a próxima!

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Loja Modelo chegou hoje em Jaú!

Hoje a carreta do SEBRAE com a loja modelo chegou a Jaú sendo inaugurada pelo Sr. Paulo Antônio Skaf . E claro estávamos lá para conferir esta oportunidade de perto!

Este projeto do Sebrae vai rodar todo o Estado de São Paulo apresentando informações e orientações para uma loja de varejo de sucesso.

Com o objetivo de orientar os empresários considerando as mais modernas técnicas de ambientação, visual Merchandising e tecnologia de automação do ponto de venda, através de uma visita agendada pelo telefone: 14. 3234.1499 e guiada pelo SEBRAE. Alguns dos temas abordados são: fachada, vitrine, display, disposição de produtos, comunicação visual, itens de segurança e tecnologias.

Lojistas, estudiosos e curiosos, não percam esta oportunidade e agendem a sua visita:

Local: Praça Siqueira Campos – em frente à matriz de nossa cidade (Jaú-SP).

Do dia 16 ao dia 18 de março das 15h00 ás 20h00.

Estavam presentes no local, autoridades e alguns empresários da cidade.

Até a próxima pessoal! Excelente final de semana!

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